segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Beijim.....

é uma cidade muito grande e muito bonita. É cheia de parques, grandes avenidas e edifícios muito modernos, trânsito em alguns momentos é lento, mas não para que nem em São Paulo.
Chegamos aqui as 14 hs, e calor era infernal, viemos direto ao hotel, tomamos banho, pedimos comida no quarto, e fomos dormir por conta do fuso trocado.
A primeira grande decepção ocorreu já no primeiro dia, não consegui acessar o facebook, orkut acessava mas não postava e aos blogs também não tinha acesso. Isso tudo é proibido aqui na China, é o governo não permite que você faça. Fiquei muito puta da cara, e tive pela primeira vez aqui, vontade de chorar, de lá para cá, já chorei de raiva, de saudades ......
A noite fomos ao Lido, um hotel com um mini shoping que tem aqui do lado do hotel.
Na manhã seguinte fiquei no quarto aguradando a troca, pois estávamos num quarto pequeno e o lindo providenciou a troca. Tinha comido tanto no café da manhã que não consegui comer nada no almoço.
 A  tarde sai para caminhar pelos arredores e comecei a ver os extremos da cidade. A riquesa e a pobresa se mesclam de uma forma que chega a me assustar. Lembrei no mesmo instante de um velho ditado que minha avó Olga sempre dizia : por cima babados e rendas, mas por baixo Deus me defenda.
Achei também aqui perto do hotel, manicure e pedicure descentes. Paguei 300 remembis o equivalente a cem reais no Brasil, mas saí com as unhas muito bem feitas. Se por acaso não conseguir que a brasileira de Chiéri me faça as unhas, não vou mais fazê-las fora, vou me virando do jeito que der até voltar para o Brasil, estou cansada de ser explorada.
Passeei também num parque que tem aqui em frente, de novo fiquei encantada com a limpeza, beleza e organização do lugar, mas em compensação fiquei apavorada com a quantidade de gente que existe a trabalhar ali. Percebi que são pessoas de origem muito humilde, alguns extremamente simpáticos. Eu passava e eles sorriam, cumprimentavam, mas era de uma forma extremamente servil.
Jantamos no hotel nesta noite. E tive a segunda grande decepção, o garçon, que era adolescente ainda, puxou a cadeira para meu marido, deu o cardápio para ele e me deixou ali, de pé com cara de alface e o pior sem cardápio.

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